sexta-feira, 5 de novembro de 2021

Na Matemática da Vida...

...há somas e subtracções. Ganhos e perdas.

As mais duras subtracções e perdas são as das pessoas queridas que nos desaparecem. E parece que quando chegamos a uma certa idade, somamos muitas mais subtracções à vida.

A Mulher que me ensinou a cozinhar, um dos meus pilares de vida, partiu, rumo às estrelas brilhantes do firmamento, no dia 12 de Outubro de 2021. Seis dias depois de fazer 93 anos. 

Encerrou-se um ciclo com esta subtracção nas nossas vidas.

Achei 2020 um ano estranho, difícil de processar pela pandemia e pelos confinamentos. Mas 2021 conseguiu revelar-se talvez um dos anos mais duros e desafiantes da minha vida, exactamente pelo somatório das subtracções acumuladas num só ano.

Tenho precisado bastante disto para "encaixar" os últimos meses... Tranquilidade, aproveitar as pequenas coisas e as pessoas que me fazem feliz, um café bebericado devagarinho, um livro lido em silêncio, o meu jogging e o meu trekking na natureza, a minha playlist de músicas a tocar, uma refeição com os pais ou com amigos, degustar uma garrafa de vinho com uma vela acesa enquanto oiço a chuva cair lá fora...

A viagem "aqui" passa rápido, nós é que vivemos na falácia de que temos tempo. É aproveitar a viagem ao máximo com o que e com quem nos faz feliz.

#enjoythelittlethings

 

 
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sexta-feira, 24 de setembro de 2021

Old School Style

Por razões profissionais precisei regressar ao passado e libertar-me do pc e do smartphone por algumas semanas. Regressei à velhinha máquina de calcular da época das cadeiras de Economia da universidade, ao lápis de grafite, à borracha e ao papel. Mantive o tablet por perto, porque ou era isso ou imprimir centenas de páginas. Casei o século 20 com o 21 e, confesso, foi uma viagem no tempo e nas memórias!

Andava eu na faculdade, no século passado, e já os meus professores profetizavam sobre a era digital da informação imediata na ponta dos dedos. Não se sabia bem como iria acontecer, mas sabia-se que os meios tecnológicos seriam a forma e o meio para a disrupção.

Tive o meu primeiro portátil no segundo ou terceiro ano da licenciatura (um luxo na altura) e o acesso à internet era feito por ligação ao telefone de rede fixa. Lentíssima, portanto. E quando digo lentíssima, era mesmo leeen-tí-ssi-maaa! Por isso, naquela altura, era muito difícil conceber a transformação e a rápida evolução tecnológica que tive o privilégio de testemunhar e de usufruir, ao longo das últimas quatro décadas.

Smartphones e tablets com ligação super rápida à internet em qualquer lado? Geolocalização quase imediata? Mapas virtuais acessíveis por voz? Assistentes virtuais para fazer agendamentos e pesquisas, gerir tarefas, fazer ligações telefónicas? Calculadora, máquina fotográfica, aplicações de edição de imagem, aplicações para acompanhamento do estado de saúde ou da performance física, bilhetes aéreos de embarque prontos a serem lidos digitalmente num visor e tudo isto num... Telemóvel?! Bem como emails sincronizados com a periodicidade que queiramos ou tenhamos mesmo de ter? Redes sociais? Televisão com boxes com centenas de canais e perfis de utilizadores? Ligações 4 ou 5G? (...)

Principalmente para as gerações na casa dos 40, 50, 60 (and so on), é difícil com isto não lembrar o Admirável Mundo Novo de Huxley. Porque é nele que vivemos. Com tudo de bom, mau, entusiasmante, desafiante e pernicioso que esta era nos traz.

E você, ainda se lembra de como era viver em modo analógico?

 

 
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Mantenha o distanciamento físico, evite ajuntamentos, use máscara facial, fique em casa sempre que possível e proteja-se, a si, aos seus e à sua saúde. "Desligue-se da rede" e anime-se... Daqui a pouco é fim de semana!
 

sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Sopa ao Estilo Ramen

Eu sei que ainda está calor para um prato destes, mas as noites já começam a refrescar e... Apetece-me! Para além de que fiz Entrecosto Assado no forno (veja uma receita aqui) que sobrou e nesta casa não se desperdiça nada. Por isso, sai uma Sopa ao estilo Ramen de lamber os dedos!

Ramen não é mais do que uma sopa japonesa de noodles de trigo, cujo caldo pode ser de carne, peixe ou vegetais, os seus ingredientes principais (para além da massa) variam consoante o gosto e é tradicionalmente comida com pauzinhos (alerto que é preciso perícia e, preferencialmente, um babete para não sair da refeição com a roupa medalhada). Diz-se que surgiu no Japão no século 19, levada pelo Chineses, que confeccionavam os seus noodles num caldo rico em sal, ossos de porco e servido depois com legumes e fatias de carne de porco assada. Os japoneses gostaram tanto desta sopa de ossos que a adoptaram como sua, dando-lhe o nome de Ramen, e começaram a abrir restaurantes especializados neste caldo na cidade de Tóquio. Com a 2ª Guerra Mundial e a ocupação militar do Japão pelos EUA (entre 1945 e 1952), o Ramen começou a espalhar-se pelo mundo ocidental.

No entanto, e apesar do Ramen estar tão na moda actualmente mesmo no nosso país, Portugal tem no seu receituário tradicional há já muitas décadas as conhecidas Sopas ou Caldos de Ossos. Uma das maiores diferenças entre o Ramen japonês e as nossas Sopas de Ossos é que o Ramen leva noodles de trigo e as nossas sopas ou caldos uma enorme variedade de vegetais sem adição de massas.

Quer opte por cozinhar uma Sopa de Ossos à Portuguesa ou por um Ramen japonês, saiba que ambas têm benefícios para a saúde, por exemplo, por reforçarem a quantidade de colagénio no organismo, melhorando a qualidade da pele, unhas e cabelo; e de cálcio, fósforo e magnésio, potenciando a saúde dos ossos e dos dentes.

Entretanto, enquanto não se dedicar a cozinhar de raiz e a preceito quer o Ramen, quer o nosso Caldo de Ossos, aproveite esta sugestão e tenha uma refeição rica em sabor e nutrientes pronta a comer em apenas 30 minutos. Experimente e depois partilhe comigo o que achou deste prato de conforto absolutamente delicioso!




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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Cenas de um (Des)Confinamento | Ready... Set... GO!

Parte XXIII

São sempre as pequenas coisas, as simples, que nos fazem sentir bem. Connosco próprios e com a vida.

Fazer exercício com regularidade é uma dessas pequenas coisas que me fazem sentir MESMO bem. Foi talvez o melhor do meu Covid, ou seja, foi um hábito que recuperei quando a pandemia começou e que me ajudou a manter equilibrada, mental e emocionalmente.

Quase todos os exercícios do meu plano pessoal de treinos diários vêm deste nosso álbum do Pinterest e depois há este... Tão simples e tão bom quanto calçar os ténis e fazer 1 hora de jogging no final da tarde, quando a temperatura refresca e já se sente uma brisa fresca. 

Phones nos ouvidos, a minha playlist a tocar e desligo do mundo... SIGA!

#omelhordomeucovid

 
 

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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Cenas de um (Des)Confinamento | Cada vez mais...

Parte XXII

...perto.

Da vida "normal".  De "arquivar" a palavra confinamento. De deixar de andar mascarada. De beijar e abraçar demoradamente as minhas pessoas. De voltar a viajar.

 
 

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sexta-feira, 30 de julho de 2021

Cenas de um (Des)Confinamento | Coffee Time

Parte XXI

Parar tudo. Fechar os olhos. Inspirar pelo nariz e expirar pela boca... Lentamente.

Às vezes, é só este o segredo para que o dia passe a correr melhor. Este e um café expresso, tirado a preceito, com café acabado de moer.

#enjoythelittlethings

 


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sexta-feira, 16 de julho de 2021

Cenas de um (Des)Confinamento | A primeira já...

Parte XX

...está.

Venha a 2ª dose, os abraços apertados e a vida sem confinamentos!

 
 

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