Viajar expande-nos a mente, alarga-nos horizontes, dá-nos a oportunidade de ver, sentir e viver experiências únicas... Dá-nos histórias e memórias para contar e, no meu caso, também inspirações culinárias e receitas para partilhar.
É quando viajo, no desconhecido do caminho que se faz descoberta, que aprendo mais sobre mim e sobre o mundo, sinto a vida com mais intensidade e sou genuinamente feliz. Faço minhas as palavras da escritora Susan Sontag, quando dizia que "Ainda não estive em todo o lado, mas está nos meus planos".
Descubra aqui mais dos nossos destinos de viagem, dicas, sugestões e experiências gastronómicas, junte-se a nós no Instagram e...
Venha descobrir mais de Portugal e do Mundo connosco!
Para FAZER e DESCOBRIR em Lisboa | Walking Tours
[ English version ]
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Para VISITAR e DEGUSTAR no Porto | Super Bock Casa da Cerveja
Há pouca gente que não goste de uma cerveja geladinha, mas quantos conhecerão como e quando surgiu esta bebida?
Foram os Sumérios (em 7.000 A.C.) que começaram a produzir a primeira bebida fermentada feita à base de cereais que se conhece na história da civilização humana. Depois deles, há referências históricas a esta bebida associada ao povo da antiga Babilónia, aos Egípcios, aos Etíopes, aos Gregos e aos Persas. No entanto, foram os Romanos que disseminaram esta bebida fermentada por toda a Europa. Mas é no séc. XX que dois eventos científicos de relevo impulsionaram a indústria cervejeira: o isolamento das leveduras responsáveis pelo processo de fermentação e a manutenção dos tanques de fermentação a baixas temperaturas durante todo o ano.
Diz quem nos descobriu apenas há cerca de 3/4 anos (com o boom
do turismo) que Lisboa é uma cidade linda, mas quem cá nasce e vive
sabe que Lisboa é muito mais do que "apenas" linda. É um misto de
história secular com tradição e modernismo: intensa, colorida,
artística, popular e cosmopolita... É tudo isso cozinhado em lume
brando pelo nosso temperamento moderado, pela nossa singular "saudade"
(tão difícil de traduzir noutros idiomas), por uma melancolia que nos
corre nas veias, pelo nosso fado-destino-e-música (que também se
modernizou e se complementa agora de outras influências musicais).
Lisboa, cidade fundada pelos Fenícios e por eles apelidada de Alis Ubbo, continua em pleno séc. XXI a ser um porto seguro * para quem cá vive, estuda, trabalha e para quem nos visita, à procura de adicionar mais um destino à sua lista de viagens. E é curioso que, por mais que se escreva sobre e fotografe esta cidade, Lisboa teima em não se "esgotar" numa única visita. E isso só acontece quando nos apaixonamos por um local. E a paixão é, usualmente, primária, visceral e arrebatadora.
Lisboa, cidade fundada pelos Fenícios e por eles apelidada de Alis Ubbo, continua em pleno séc. XXI a ser um porto seguro * para quem cá vive, estuda, trabalha e para quem nos visita, à procura de adicionar mais um destino à sua lista de viagens. E é curioso que, por mais que se escreva sobre e fotografe esta cidade, Lisboa teima em não se "esgotar" numa única visita. E isso só acontece quando nos apaixonamos por um local. E a paixão é, usualmente, primária, visceral e arrebatadora.
Carlos
do Carmo, músico português nascido em Lisboa, com 57 anos de carreira e
vencedor de vários prémios nacionais e internacionais, como o prémio
Goya ou o Grammy Latino de Carreira, escreveu e cantou Lisboa em 1978,
apelidando-a de "Menina e Moça".
E quarenta anos depois desta música, com algumas crises económicas e
políticas pelo meio, eis que Lisboa continua menina e moça e a apaixonar
quem a visita e faz dela sua pela vivência diária.
E
cada vez há mais para descobrir em Lisboa! Do histórico ao
contemporâneo; da arte à arquitectura; das nossas raízes judaicas,
muçulmanas e romanas; do Mundo que demos ao Mundo, com os
Descobrimentos; do nosso papel de "porto seguro" durante a Segunda
Guerra Mundial; do fado ao folclore (manifestações plenas da nossa
cultura nacional e em que, numa fase em que a globalização nos reduziu à
similaridade, ainda caracterizam a nossa singularidade enquanto povo e
nação) e, claro, da nossa gastronomia com quase 10 séculos de história e
300 castas autóctones de vinho.
Abrande o ritmo, largue o carro, junte um grupo de amigos e/ou família e faça um Walking Tour
por Lisboa acompanhado por quem conhece a cidade muito bem. Garantimos
que há muito mais para descobrir do que aquilo que leu nos livros-guia,
nos media e nos blogs!
* Alis Ubbo, significava "porto seguro" para os Fenícios
[ English version ]
Those
who discovered Portugal and Lisbon only about 3/4 years (with the
tourism boom) say that Lisbon is a beautiful city, but those born here
know that Lisbon is much more than just "beautiful". It is a mixture of
secular history with tradition and modernism: intense, colorful,
artistic, popular and cosmopolitan... All of this slow cooked by our
"smooth temperament", our singular "saudade" (so difficult to translate
in other languages), a melancholy that runs through our veins and by our
"fado"-fate-and-music (which has also modernized itself and is now
complemented by other musical influences).
Lisbon, a city founded by the Phoenicians and known by them as Alis Ubbo, still remains in the 21st century a safe harbor * for those who live, study and work here and also for those who visits us, looking to add another destination to their bucket list of travels. And it is curious that, as much as one writes about and photographs this city, Lisbon insists on not revealing itself in a single visit... Somehow, we want to discover more of this city. And this only happens when we fall in love with a place. And the passion is usually primary, visceral and sweeping.
Carlos do Carmo, a Portuguese-born musician with a 57-year-old career and winner of several national and international awards, such as the Goya Award or the Latin Grammy for Lifetime Achievement, wrote and sang Lisbon in 1978, nicknamed her of "Menina e Moça" ("Girl and Young Women"). And forty years later after this song, with some economic and political crises in the middle, Lisbon manage to remain a beautiful "girl and a young women" that passionate who visits and live her daily.
And every time there is more to discover in Lisbon! From historical to contemporary; from art to architecture; of our Jewish, Muslim and Roman roots; of the World that we gave to the World, with the Discoveries; of our role as "safe harbor" during World War II; from "fado" to folklore (complete manifestations of our national culture and in which, at a time when globalization has reduced us all to similarity, still characterize our uniqueness as people and nation), and of course our gastronomy with almost 10 centuries of history and 300 native varieties of vine.
Slow down, leave the car behind, gather a group of friends and/or family and take a Walking Tour through Lisbon, guided by those who know the city very well. We guarantee that there is much more to discover than what you have read in the guidebooks, media and blogs!
* Alis Ubbo, meant "safe harbor" for the Phoenicians
Lisbon, a city founded by the Phoenicians and known by them as Alis Ubbo, still remains in the 21st century a safe harbor * for those who live, study and work here and also for those who visits us, looking to add another destination to their bucket list of travels. And it is curious that, as much as one writes about and photographs this city, Lisbon insists on not revealing itself in a single visit... Somehow, we want to discover more of this city. And this only happens when we fall in love with a place. And the passion is usually primary, visceral and sweeping.
Carlos do Carmo, a Portuguese-born musician with a 57-year-old career and winner of several national and international awards, such as the Goya Award or the Latin Grammy for Lifetime Achievement, wrote and sang Lisbon in 1978, nicknamed her of "Menina e Moça" ("Girl and Young Women"). And forty years later after this song, with some economic and political crises in the middle, Lisbon manage to remain a beautiful "girl and a young women" that passionate who visits and live her daily.
And every time there is more to discover in Lisbon! From historical to contemporary; from art to architecture; of our Jewish, Muslim and Roman roots; of the World that we gave to the World, with the Discoveries; of our role as "safe harbor" during World War II; from "fado" to folklore (complete manifestations of our national culture and in which, at a time when globalization has reduced us all to similarity, still characterize our uniqueness as people and nation), and of course our gastronomy with almost 10 centuries of history and 300 native varieties of vine.
Slow down, leave the car behind, gather a group of friends and/or family and take a Walking Tour through Lisbon, guided by those who know the city very well. We guarantee that there is much more to discover than what you have read in the guidebooks, media and blogs!
* Alis Ubbo, meant "safe harbor" for the Phoenicians
Casa tradicional no Bairro de Alfama, Lisboa | Traditional house in Alfama district, Lisbon
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Para VISITAR e DEGUSTAR no Porto | Super Bock Casa da Cerveja
Há pouca gente que não goste de uma cerveja geladinha, mas quantos conhecerão como e quando surgiu esta bebida?
Foram os Sumérios (em 7.000 A.C.) que começaram a produzir a primeira bebida fermentada feita à base de cereais que se conhece na história da civilização humana. Depois deles, há referências históricas a esta bebida associada ao povo da antiga Babilónia, aos Egípcios, aos Etíopes, aos Gregos e aos Persas. No entanto, foram os Romanos que disseminaram esta bebida fermentada por toda a Europa. Mas é no séc. XX que dois eventos científicos de relevo impulsionaram a indústria cervejeira: o isolamento das leveduras responsáveis pelo processo de fermentação e a manutenção dos tanques de fermentação a baixas temperaturas durante todo o ano.
Em
Portugal, há referências históricas ao consumo da cerveja, na cidade de
Lisboa desde o séc. XVII. No Porto, o ano de 1890 ficaria marcado pela
integração de todas as fábricas de cerveja da cidade numa única empresa,
a Companhia União Fabril Portuense, e que viria a constituir mais tarde
a actual UNICER.
A emblemática marca de cervejas portuguesas Super Bock
nasce em 1927, produzida pela UNICER, e rapidamente se tornou num caso
sério de paixão por muitos dos apreciadores nacionais de cerveja. Há até
quem diga que a marca nos identifica no estrangeiro, que "sabe a
Portugal" e que nenhuma se lhe iguala em sabor.
E
quase 100 anos depois, a Super Bock reuniu toda a sua história numa
casa-museu e abre as suas portas, de Quarta a Domingo, para celebrar e
partilhar o que de melhor sabe fazer: cerveja.
A visita dura 90 minutos e começa no Mosteiro de Leça do Balio, em Matosinhos, ou no Palácio da Bolsa, no Porto, e termina no lounge da Casa da Cerveja com as provas de harmonização (sujeitas a reserva, veja os contactos em baixo).
O
percurso desta visita passa também pela Oficina da Cerveja Artesanal,
onde podemos ver como e onde se produzem as (magníficas) cervejas
artesanais Selecção 1927, assinadas pela primeira beer sommelier portuguesa, Beatriz Carvalho. Quer a Munich Dunkel, a Bavaria Weiss, a Bengal Amber Ipa, a Czech Golden Lager e a mais recente Summer Ale
(para saborear e refrescar nos dias quentes de Verão e perfeita para
harmonizar com saladas, mariscos e comidas ligeiramente picantes) são o
exemplo de como a selecção e harmonização de ingredientes tão nobres
como a água, os diferentes cereais (que dão origem ao malte, responsável
pelo sabor de cada uma destas bebidas) e as flores do Lúpulo que a
Super Bock vai buscar a Bragança (responsável pelos aromas mais amargos,
mais cítricos ou mais florais) criam cervejas com personalidades (de
corpo, sabor e aroma) tão próprias e que se podem harmonizar com pratos
tão diferentes como moluscos, mariscos, peixes, carnes brancas e
vermelhas e até sobremesas.
E para quem não conseguia
identificar os sabores e os aromas das cervejas, confesso que saí desta
visita e das provas de harmonização finais uma séria fã das Selecção
1927! Quando ao fim-de-semana imperavam apenas os vinhos portugueses nos
copos cá de casa, depois desta visita passou a haver também cerveja
artesanal a estimular a criatividade desta cozinheira na altura de
harmonizar os sabores do prato com os sabores do copo.
Se é um #beerlover, a próxima vez que for ao Porto não deixe de visitar a Casa da Cerveja!
Fica a conhecer um museu diferente, talvez a perceber melhor como (e
onde) é fabricada a sua cerveja favorita e experimenta todo um "mundo
novo" na harmonização destas bebidas com comida (e depois aproveita e
faz um brilharete lá em casa, no próximo jantar de amigos, e harmoniza
os seus pratos favoritos com as cervejas artesanais Selecção 1927).

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Super Bock Casa da Cerveja
Rua do Mosteiro, 4465 Leça do Balio, Portugal *
* (Em Matosinhos, no interior da fábrica da UNICER)
Reservas: +351 932 640 126
Horário: Quarta a Domingo, das 09:30h às 18:30h
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Para VISITAR em Lisboa | Miradouro do Arco da Rua Augusta
Há mais de 500 anos as caravelas portuguesas partiram do antigo porto do Terreiro do Paço para descobrir o mundo, marcando de forma inequívoca a história dos descobrimentos portugueses e tornando-se um dos locais mais emblemáticos da cidade de Lisboa.
Toda a zona foi alvo de profundas obras de renovação, de modo a devolver o Terreiro do Paço e o Pátio da Galé à sua antiga glória e de que a aristocracia e a corte portuguesa eram assíduos frequentadores.
Durante estas obras foi instalado um elevador que permite agora aceder ao topo do Arco da Rua Augusta e de onde a vista panorâmica é simplesmente imbatível! Do elevador até ao topo do miradouro subimos 40 degraus numa escada em caracol e daqui podemos observar Lisboa a 360 graus: a estátua equestre de D. José I, toda a Baixa Pombalina, a Sé, o Castelo de S. Jorge e, claro, o rio Tejo.
E digam lá se a vista não é simplesmente arrebatadora? ♥ #ilovelisboa

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Miradouro do Arco da Rua Augusta
Rua Augusta 4, 1100 Lisboa, Portugal
Horário: Todos os dias, das 9h às 19h *
* Nota: A bilheteira encerra às 18:45h
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Fica no coração do Chiado, próximo do emblemático Teatro da Trindade, e é descrito pelo chef José Avillez como um típico bairro lisboeta. Num único espaço agrega 4 conceitos: a Mercearia,
em parceria com a Manteigaria Silva, onde encontramos queijos e
charcutarias nacionais da melhor qualidade, que podem ser adquiridos
para serem consumidos no próprio Bairro ou para levar e degustar em
casa. A Taberna tem uma ementa que aposta em petiscos tipicamente portugueses com um twist de sabores com assinatura do chef. O Páteo, cuja carta
é mais abrangente e convida a experimentar a tradição portuguesa de
"estar à mesa" calma, descontraída e despreocupadamente, usufruindo da
companhia, dos vinhos ou das cervejas, dos pratos de marisco, peixe e
carne de origem nacional. O Beco,
um conceito mais recente, apelidado de Cabaret Gourmet e exclusivo para
maiores de 18 anos, cruza a alta-cozinha com o mundo do espectáculo,
decerto inspirado na história de família do chef Avillez, mais especificamente, no seu trisavô, José Ereira, proprietário do mítico Clube Maxim's no Palácio Foz.
A nossa experiência na Taberna, um misto entre lazer e trabalho, deu-nos a conhecer algumas das cervejas artesanais e gourmet Selecção 1927, da Super Bock,
harmonizadas com sabores da nossa eleição: começámos pelo Coração de
Alface nas Brasas com Pêra e Vinagreta de Noz, depois saltámos para a
Sopa Alentejana com Bacalhau e Ovo Escalfado e daí para o Polvo com
Alho, Molho de Kimchi e Batata Doce, seguido de umas Bifana de Porco
Alentejano com Pickles e Emulsão de Kimchi com Batatas Fritas da
Taberna. Para encerrar com chave de ouro, o J. escolheu o Bolo
de Chocolate da Taberna com Caramelo Salgado e esta cozinheira, um
Pastel de Nata muitíssimo especial.
As doses são q.b. e
sendo a ementa tão variada, podemos compor toda a refeição com petiscos
alternados e que podem (e devem) ser partilhados a dois. Deixamos
apenas uma sugestão, prefira o almoço ao jantar, pois geralmente a hora
de almoço é mais calma e por isso o serviço é usualmente mais rápido e o
ambiente bastante menos ruidoso.

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Bairro do Avillez
Rua Nova da Trindade 18, 1200 Lisboa, Portugal
Reservas: +351 215 830 290
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Começar o ano com fins-de-semana de sol, perfeitos para caminhar à beira-mar... Ooohhh, país de Inverno bom! ♥ #iloveportugal

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Onde COMER em Sintra | Incomum by Luís Santos
Uma amiga deu-me a conhecer o Incomum num simpático almoço de
Natal temperado com boa conversa e agora regresso com o J., sempre que procuramos um local mais sereno para jantar.
O Incomum nasceu em 2014 pelas mãos do chef Luís Santos, fica a caminho do coração da vila de Sintra, tem uma decoração intimista e acolhedora, uma ementa recheada de boas sugestões e uma carta de vinhos nacionais variada, com a simpática opção de todos os vinhos poderem ser servidos a copo (a opção perfeita, por exemplo, para quando um dos convivas escolhe como prato principal peixe e o outro carne).
O Incomum nasceu em 2014 pelas mãos do chef Luís Santos, fica a caminho do coração da vila de Sintra, tem uma decoração intimista e acolhedora, uma ementa recheada de boas sugestões e uma carta de vinhos nacionais variada, com a simpática opção de todos os vinhos poderem ser servidos a copo (a opção perfeita, por exemplo, para quando um dos convivas escolhe como prato principal peixe e o outro carne).
Na sua próxima visita a Sintra, depois de um passeio ao Palácio da Pena ou à Quinta da Regaleira, não se fique apenas pelas Queijadas e vá descobrir o Incomum. Ahhh... E já agora, aceite a nossa sugestão e peça as Vieiras sobre Risotto - acho que vai adorar!

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Incomum by Luís Santos
Rua Doutor Alfredo Costa 22, 2710 Sintra, Portugal
Reservas: +351 219 243 719
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Onde RELAXAR em Portimão | Ao Mar Bar Cloque
Escolha uma espreguiçadeira, peça o seu cocktail preferido e espere pelo sunset ao som da música smooth jazz e das gaivotas que voam junto à escarpa. Há melhor vida que esta?

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Ao Mar Bar Cloque
Estrada do Vau, Portimão, Portugal
Telefone: +351 926 520 538
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Onde COMER (talvez os melhores Claudinos do mundo) | Pastelaria O Capote, Costa da Caparica
Cresci na margem sul do Tejo e recordo-me de ir ao Capote desde sempre (que é como quem diz, desde a sua abertura em 1984), aos lanches das datas mais especiais com os pais e os tios. O pedido era invariavelmente o mesmo: para os adultos, um café e um Claudino e para as crianças, um sumo e, claro, também um Claudino morninho e a estalar!
Nesta tradicional pastelaria da Costa da Caparica tiveram lugar algumas das minhas mais doces memórias de infância e é lá que continuam a ser fabricados artesanalmente, para mim, os melhores Claudinos do mundo! E poderia achar-se que esta opinião pessoal tem muito de saudosismo, mas na realidade é um gosto ver que, passados mais de 30 anos, os Claudinos d'O Capote continuam tão deliciosamente gulosos e estaladiços quanto as memórias de sabor que tenho deles!
Simplesmente A-D-O-R-O os Claudinos d'O Capote!

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Pastelaria O Capote
Rua dos Pescadores, Costa da Caparica, Portugal
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Onde COMER em Cascais | House of Wonders
Fomos conhecer a House of Wonders num encontro de bloggers, num dia de Primavera envergonhada. Este espaço, que deve o seu nome à primeira casa da ilha de Zanzibar a ter electricidade (e que por isso servia de farol aos pescadores da região), é um restaurante vegetariano, um café com ementa crudívora mais ligeira e um terraço-bar.
A decoração é vibrante e cheia de cor e transporta-nos pela história de vida da proprietária, Anna de Bruin, originária da Holanda e que viveu em vários países das Caraíbas e do continente africano antes de se enamorar por Cascais. Percorrer os 4 pisos do edifício é viajar também pelos países onde Anna viveu, pois muitos dos objectos e obras de arte que decoram os espaços provêm das suas viagens e todas as salas têm um "toque" tropical que nos transporta para destinos quentes e exóticos.
No restaurante, no piso inferior, a inspiração vem do Médio Oriente e do Mediterrâneo e toda a ementa é servida em estilo buffet: o Mezze (em que a partilha é a premissa fundamental e onde cada prato se degusta à vez, sem mistura de sabores) é dividido em Frio e Quente e pode ser acompanhado por sumos naturais ou vinhos biológicos.
No café podemos deliciar-nos com a Raw Food da chef Fiona Harrower, com saladas, tapas, sumos naturais, chás e cafés biológicos e sobremesas gloriosas (como as que inspiraram esta nossa deliciosa Tarte de Lima).
Continuamos a subir e chegamos ao terraço-bar, com vista sobre o casario da vila de Cascais e onde os dias solarengos têm mais graça. Decorado com todas as cores do arco-íris e protegido por toldos esvoaçantes, este espaço é, talvez, um dos mais agradáveis (e concorridos) da vila.
Ficámos fãs do espaço, da comida e do conceito e regressamos sempre que podemos para umas deliciosas refeições detox e recarregar (boas) energias. E porque as coisas boas se partilham, aceite a nossa sugestão, e a próxima vez que precise de "alinhar os chakras" ou "recarregar baterias" vá descobrir esta casa-maravilha!

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House of Wonders
Largo da Misericórdia 53, 2750 Cascais, Portugal
Reservas: +351 911 702 428
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Fim-de-semana com cheiro a Verão, sol intenso e céu azul pede escapadela em família!
Rumámos a Aveiro, para rever a Ria, a Praia da Costa Nova com as suas casas típicas de riscas coloridas (e outrora habitação dos pescadores da zona), o Museu Marítimo de Ílhavo e o Aquário dos Bacalhaus, deliciar-nos com o marisco fresco da região, com as caldeiradas de peixe e, claro, com os divinais Ovos Moles da cidade. Fantásticos dias estes!
Preciso mesmo dizer que nos arrastámos de volta até casa e que a nossa vontade era ficar?

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Para VISITAR:
Praia da Costa Nova
Museu Marítimo de Ílhavo e Aquário dos Bacalhaus
Avenida Dr. Rocha Madahíl, 3830 Ílhavo, Portugal
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Se procura uma nova experiência de gastronomia oriental, este é o restaurante a visitar! O Dim Sum não é o típico restaurante chinês a que está habituado e oferece na sua ementa pratos tradicionais da capital da província chinesa de Guangdong, Cantão (Guangzhou em chinês). Dim Sum é também o nome de uma especialidade cantonesa (conhecida genérica e mundialmente como dumpling), preparada em porções individuais, com vários tipos de recheio (vegetais, carne, peixe, marisco e a combinação de vários destes ingredientes), cozinhada ao vapor e servida em pequenos cestos de bambu. Para além de deliciosos são visualmente encantadores, sendo cuidadosamente fechados com pregas quase milimétricas e equidistantes a uma velocidade vertiginosa (só possível a quem pratica esta arte culinária há alguns anos).
Para quem está em fase de iniciação a esta surpreendente experiência gastronómica, o restaurante disponibiliza ementas pré-definidas com um número limitado de dumplings e vários tipos de recheio (sugerimos que, caso sofra de intolerância ou alergias alimentares ou simplesmente não goste de algum ingrediente, o indique no momento do pedido), para o ajudar a degustar a refeição sem preocupações. À medida que for experimentando mais alternativas irá, garantidamente, ficar mais confiante para poder escolher por si próprio o que mais gosta de comer.
Nós por cá já nos encontramos na fase da composição da refeição por escolhas pessoais, e sugerimos os números 3, 10, 14 e 20 do menu. Agora, para descobrir o que são terá mesmo de visitar o Dim Sum!

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Dim Sum Restaurante Cantonês
Rua Coro de Santo Amaro de Oeiras 8 D, 2780 Oeiras, Portugal
Reservas: +351 219 135 848
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Para VISITAR em Cascais | Praia da Crismina, Guincho
Há países lindos no mundo e eu tenho a sorte de viver num deles! ♥ #iloveportugal

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VIAJAR em Portugal | Nazaré
A outrora vila piscatória da Nazaré e agora mundialmente conhecida pelos amantes do surf graças a Garrett Mcnamara (que ali estabeleceu o recorde mundial da maior onda já surfada, de 30 metros, em Novembro de 2011), fica a cerca de 130 km de Lisboa e é um fantástico destino para um passeio ou escapadela de fim-de-semana.
Sugerimos que se perca num passeio a pé pela vila e ao longo da calçada junto à praia, onde ainda encontra a tradição viva, podendo cruzar-se com as nazarenas (mulheres da Nazaré) vestidas a rigor, com as suas 7 saias, socas pretas e lenços a cobrir a cabeça. Visite também o Farol da Nazaré (não perca a vista panorâmica sobre o casario da Praia da Nazaré e sobre o nosso imponente Oceano Atlântico) e, claro, a Praia do Norte.
Para comer, sugerimos os maravilhosos peixes e mariscos frescos da região, ou quem sabe, a combinação de ambos, numa deliciosa e rica Cataplana, irrepreensivelmente confeccionada no Restaurante Mar Bravo (contacto em baixo). Acompanhe com um vinho branco, a(s) pessoa(s) do seu coração, escolha uma mesa com vista para o mar e deixe-se encantar pelo som das ondas a rebentarem na areia e pelo intenso cheiro do nosso oceano!
Sugerimos que se perca num passeio a pé pela vila e ao longo da calçada junto à praia, onde ainda encontra a tradição viva, podendo cruzar-se com as nazarenas (mulheres da Nazaré) vestidas a rigor, com as suas 7 saias, socas pretas e lenços a cobrir a cabeça. Visite também o Farol da Nazaré (não perca a vista panorâmica sobre o casario da Praia da Nazaré e sobre o nosso imponente Oceano Atlântico) e, claro, a Praia do Norte.
Para comer, sugerimos os maravilhosos peixes e mariscos frescos da região, ou quem sabe, a combinação de ambos, numa deliciosa e rica Cataplana, irrepreensivelmente confeccionada no Restaurante Mar Bravo (contacto em baixo). Acompanhe com um vinho branco, a(s) pessoa(s) do seu coração, escolha uma mesa com vista para o mar e deixe-se encantar pelo som das ondas a rebentarem na areia e pelo intenso cheiro do nosso oceano!

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Onde COMER:
Restaurante/Marisqueira Mar Bravo
Praça Sousa Oliveira 71, 2450 Nazaré, Portugal
Reservas: +351 262 569 160
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Onde RELAXAR em Lisboa | The George Pub
Depois de um brunch de Domingo, uma amiga apresentou-me ao (The) George Pub e apaixonei-me imediatamente pela decoração do espaço e pela luz cénica e quase dramática que inunda o espaço durante o dia.
Perfeito para degustar o autêntico Pequeno-Almoço Britânico, petiscar, almoçar e/ou jantar, beber um chá, sumo natural, cocktail ou cerveja no final da tarde, o (The) George Pub fica no coração da cidade de Lisboa e promete fazer as delícias de quem procura um espaço para relaxar, pôr a conversa em dia com os amigos ou simplesmente assistir às transmissões dos principais eventos desportivos.

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The George Pub
Rua do Crucifixo 58, 1100 Lisboa, Portugal
Reservas: +351 213 460 596
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VIAJAR em Portugal | Parque Nacional da Peneda-Gêres
Adoramos os meses quentes de Verão, mas confesso que o nosso mês preferido para viajar em Portugal é Setembro. As temperaturas mantêm-se usualmente quentes durante o dia, refresca ligeiramente à noite (dependendo do destino, claro!), as viagens de carro de muitos kms tornam-se mais "toleráveis" e, para quem não tem filhos em idade escolar, é a altura ideal para fugir das enchentes de turistas dos meses de Julho e Agosto. Usualmente escolhemos como destino a região Norte do nosso país e este ano elegemos o luxuriante Parque Nacional da Peneda-Gerês (e cidades próximas) para recarregar baterias.
Aqui é garantido que voltamos às origens de um Portugal (quase) pré-globalizado, rural e quase intacto, rico em histórias ancestrais e mitologias populares, nos saberes-fazer que remontam ao tempo das bisas e dos avós, aos ingredientes naturalmente biológicos e às receitas de família que se perpetuam por várias gerações. Tudo isto em harmonia com uma oferta hoteleira cada vez mais variada, de qualidade e focada na atenção ao cliente.
Esta é uma viagem imperdível para quem precisa "desligar a ficha" do stress citadino, encher os pulmões de ar puro, encantar-se com a fauna e flora autóctones desta região de Portugal e repôr energias com um estilo de vida mais lento e saudável para o corpo e para a mente.
Deixe-se encantar por esta nossa sugestão e acredite quando dizemos que temos destinos tão apaixonantes no nosso país quanto os que existem no estrangeiro. E, sem dúvida, o Gerês é um deles!

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Onde FICAR:
Casa do Lagar, Sobrenatura
Gração, Viana do Castelo, Portugal
Onde COMER:
Restaurante O Abocanhado
N307, 4840 Terras de Bouro, Portugal
Reservas: +351 253 352 944
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Para VISITAR em Sintra | Cabo da Roca
Quando preciso "recarregar baterias" ou "equilibrar os chakras", como diz um querido amigo, o Cabo da Roca é um dos locais onde mais gosto de ir. Conduzir pela estrada que nos leva até ao ponto mais ocidental da Europa Continental, com magníficas vistas panorâmicas para o Oceano Atlântico, já ajuda ao processo de "descompressão" da alma... E em dias de céu azul sem vento forte, que até podem ser frios, uma caminhada (dentro das zonas delimitadas) é tudo quanto preciso para reencontrar a paz interior!

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VIAJAR em Itália | Emilia-Romagna for Gourmet Lovers
Somos apaixonados por Itália! ♥ Não é a primeira viagem que fazemos a este país, mas esta foi a primeira viagem exclusivamente gourmet que fizemos à região da Emilia-Romagna. Foram 5 dias dedicados exclusivamente a descobrir uma região italiana pela sua gastronomia e pelos seus vinhos, a conhecer as suas inúmeras cidades, os seus melhores ristorantes, trattorias e produtos da região (como o queijo Parmigiano-Reggiano, Prosciutto di Parma ou o autêntico Vinagre Balsâmico de Modena). Que paraíso este para um foodie, ma donna mia!
No regresso, trouxemos receitas para partilhar (aqui e aqui), a mala acusou excesso de peso (tantos os mimos gastronómicos que trouxemos connosco para casa), os cintos das calças precisavam de folga e os cartões de memória da máquina fotográfica vinham cheios de incríveis fotos para ajudarem a ilustrar as inúmeras histórias que trouxemos para partilhar. Foi uma viagem memorável, que faríamos outra e outra vez, com a garantia de regressarmos sempre com o corpo e a alma bem nutridos!

Dozza e Ravenna, Emilia-Romagna

Polesine Parmense, Emilia-Romagna
Mercato di Bologna, Emilia-Romagna
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Longitude9 | Travel Design
Quer conhecer esta região italiana, outro país ou região do Mundo, sempre com experiências gastronómicas e enoturísticas exclusivas, hotéis de charme, paisagens arrebatadoras e acompanhamento de um especialista?
Contacte a Longitude9 e vá descobrir o seu destino de sonho!
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Onde COMER em Lisboa | Cervejaria Ramiro
O aniversário de um amigo do peito juntou-nos à mesa da fantástica Cervejaria Ramiro, em Lisboa.
Ponto de encontro obrigatório para os amantes de marisco (fresquíssimo e de excelente qualidade), o Ramiro é uma das cervejarias-marisqueiras mais antigas e emblemáticas da cidade de Lisboa. Com mais de 50 anos de existência, tem na sua ementa uma imensa variedade de mariscos, como Gambas, Amêijoas, Percebes, Sapateira, Lagosta, etc. e garante a quem o visita uma refeição sumptuosa.
Sugerimos começar pelo Presunto Pata Negra, prosseguir "viagem" pelos Mariscos da sua preferência e terminar com um macio e delicioso Prego no Pão. Para ajudar a digestão, remate tudo com uma caminhada entre amigos temperada por uma conversa animada (ou uma "desgarrada" de anedotas) e vai ver que ficará com um almoço ou jantar cheio de recordações para mais tarde recordar!
* Dica: A Cervejaria Ramiro não aceita reservas individuais, sugerindo-se que chegue cedo (principalmente para jantar) pois as filas que se formam à porta podem ser longas e demoradas.
Sugerimos começar pelo Presunto Pata Negra, prosseguir "viagem" pelos Mariscos da sua preferência e terminar com um macio e delicioso Prego no Pão. Para ajudar a digestão, remate tudo com uma caminhada entre amigos temperada por uma conversa animada (ou uma "desgarrada" de anedotas) e vai ver que ficará com um almoço ou jantar cheio de recordações para mais tarde recordar!
* Dica: A Cervejaria Ramiro não aceita reservas individuais, sugerindo-se que chegue cedo (principalmente para jantar) pois as filas que se formam à porta podem ser longas e demoradas.

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Cervejaria Ramiro
Avenida Almirante Reis 1 H, 1150 Lisboa, Portugal
Reservas: +351 218 851 024
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Para VISITAR em Portugal | Ericeira
Entre chuva e sol, andámos por terra de pescadores... Que bem cheira o nosso mar!

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Para VISITAR e Onde COMER no Alentejo | Herdade do Esporão, Reguengos de Monsaraz
Há
lugares que nos transportam a épocas felizes das nossas vidas sempre
que lá regressamos. Levam-nos de novo à infância e à adolescência, aos
fins de semana prolongados, às férias grandes de Verão, aos dias longos e
quentes, ao cheiro das nossas memórias... Regressar ao Alentejo é assim
para mim. Uma viagem mágica no tempo, pelas estradas que cortam a
planície e onde as copas dos sobreiros se tocam lá no alto.
Voltar
a Reguengos de Monsaraz tem sempre sabor às lembranças no monte dos
tios, às aventuras culinárias com as carnes de caça, às passeatas pelas
margens do rio Degebe por onde se apanhavam ervas aromáticas, Silarcas
e Espargos selvagens. Curioso, como quase 20 anos depois, em cada
regresso cada uma destas memórias se torna incrivelmente vívida, como se
o tempo ali tivesse cristalizado, permitindo-me reviver de novo cada
uma delas.
Este enorme laço emocional que me liga a Reguengos, liga-me (inevitavelmente) à Herdade do Esporão. E é difícil não ser fã deste projecto com mais de quatro décadas de existência!
É inevitável associar a marca Esporão a vinhos de excelência, mas quem visita a herdade percebe rapidamente que a identidade desta marca (orgulhosamente) nacional se foca numa perspectiva de desenvolvimento e dinamização conjunta entre a empresa, a região e os seus parceiros. O Esporão tem desenvolvido esforços notáveis para "reencontrar" as raízes históricas do local onde se insere, um cuidadoso trabalho de preservação do ecossistema natural que o envolve, apostado na inovação como o caminho para a excelência dos seus vinhos e dinamizado a íntima ligação que o vinho e a gastronomia tem na cultura local e nacional, como formas de diferenciação da sua marca. E são todos estes predicativos que tornam a visita à Herdade do Esporão uma experiência de enoturismo de qualidade superior.
Este enorme laço emocional que me liga a Reguengos, liga-me (inevitavelmente) à Herdade do Esporão. E é difícil não ser fã deste projecto com mais de quatro décadas de existência!
É inevitável associar a marca Esporão a vinhos de excelência, mas quem visita a herdade percebe rapidamente que a identidade desta marca (orgulhosamente) nacional se foca numa perspectiva de desenvolvimento e dinamização conjunta entre a empresa, a região e os seus parceiros. O Esporão tem desenvolvido esforços notáveis para "reencontrar" as raízes históricas do local onde se insere, um cuidadoso trabalho de preservação do ecossistema natural que o envolve, apostado na inovação como o caminho para a excelência dos seus vinhos e dinamizado a íntima ligação que o vinho e a gastronomia tem na cultura local e nacional, como formas de diferenciação da sua marca. E são todos estes predicativos que tornam a visita à Herdade do Esporão uma experiência de enoturismo de qualidade superior.

A
nossa primeira incursão gastronómica e vínica na Herdade do Esporão
teve lugar há alguns anos, ainda o restaurante se localizava na Torre. E
já nessa altura fora uma experiência memorável.
No fim de semana passado voltámos, em jeito de passeio de fim de semana "namoradeiro" sem tempo contado. Deixámos um dia cinzento e chuvoso em Sintra e chegámos a Reguengos com um dia de Verão ameno e duas barrigas a necessitar de sustento.
Gosto muito da expressão "alimento para a alma" e o actual restaurante do Esporão ilustra-a bem. Salas amplas com vistas privilegiadas para a vinha, o grande lago e o montado nutrem plenamente a alma, mas é no prato e no copo que a experiência alcança, naturalmente, a satisfação do corpo.
A carta do chef Miguel Vaz inspira-se nas receitas tradicionais da região, reinventando-as através da combinação de conhecimentos e técnicas tradicionais com outros mais modernos, sempre com recurso a ingredientes de primeira qualidade, onde os produtos hortícolas sazonais e provenientes da horta biológica da herdade assumem um papel preponderante.
A nossa experiência foi composta por cinco pratos harmonizados com vinhos sugeridos e enquadrados pela simpática e especializadíssima equipa do Esporão.
1. Visita à Horta...
* Este é um prato cujos ingredientes são sazonais e por isso variáveis - da nossa experiência destaco os inesperados rolinhos de couve e a tempura de pimento e cebola, harmonizado no copo com o delicado monocasta Verdelho
2. Bacalhau 66º C, Panadeira de Batata e Legumes
No fim de semana passado voltámos, em jeito de passeio de fim de semana "namoradeiro" sem tempo contado. Deixámos um dia cinzento e chuvoso em Sintra e chegámos a Reguengos com um dia de Verão ameno e duas barrigas a necessitar de sustento.
Gosto muito da expressão "alimento para a alma" e o actual restaurante do Esporão ilustra-a bem. Salas amplas com vistas privilegiadas para a vinha, o grande lago e o montado nutrem plenamente a alma, mas é no prato e no copo que a experiência alcança, naturalmente, a satisfação do corpo.
A carta do chef Miguel Vaz inspira-se nas receitas tradicionais da região, reinventando-as através da combinação de conhecimentos e técnicas tradicionais com outros mais modernos, sempre com recurso a ingredientes de primeira qualidade, onde os produtos hortícolas sazonais e provenientes da horta biológica da herdade assumem um papel preponderante.
A nossa experiência foi composta por cinco pratos harmonizados com vinhos sugeridos e enquadrados pela simpática e especializadíssima equipa do Esporão.
1. Visita à Horta...
* Este é um prato cujos ingredientes são sazonais e por isso variáveis - da nossa experiência destaco os inesperados rolinhos de couve e a tempura de pimento e cebola, harmonizado no copo com o delicado monocasta Verdelho
2. Bacalhau 66º C, Panadeira de Batata e Legumes
*
Surpreendente pela delicadeza da panadeira de batata, com um topo
suavemente crocante e um interior macio, este acompanhamento tem as suas
raízes numa receita da região e foi harmonizado com o Esporão Reserva Branco
3. Lombo e Dianteiro de Borrego, Grão de Bico, Aiolli de Pêra e Ervilhas
3. Lombo e Dianteiro de Borrego, Grão de Bico, Aiolli de Pêra e Ervilhas
*
Escolha do J. (mas partilhado também comigo), deste prato
destaco a textura incrivelmente macia da carne de borrego, cozinhada em
modo slow cook, a delicadeza do aiolli de pêra e a textura al dente das ervilhas - prato harmonizado com o Esporão Reserva Tinto
4. Desafio de Chocolate, Azeite e Vinho
* O nome caracteriza plenamente a experiência degustativa desta sobremesa, harmonizado com o Azeite Galega e os vinhos Esporão Reserva Branco, Late Harvest Branco e Porto Tawny 10 Anos
5. Mil Folhas de Morango e Vinho Licoroso
* Uma sobremesa harmoniosa em sabores e texturas contrastantes e complementares, harmonizado com o Late Harvest Branco
* Uma sobremesa harmoniosa em sabores e texturas contrastantes e complementares, harmonizado com o Late Harvest Branco

Um
almoço temperado com conversas em português de Portugal e do Brasil e
também em inglês, animado inesperadamente por músicas e cantares
alentejanos, em que as horas foram passando devagar, sem pressa de
voltar. Passámos da sala interior para a esplanada e ali fomos ficando,
entre conversas amenas, o sol que desaparecia lentamente no horizonte,
um jarro de Sangria e a música da MaryJazz.
A convite do simpático Antonio Roquette, estreámos o Sunset Esporão. O conceito é simples, são fins de tarde com pôres-do-sol gloriosos sobre a vinha, o grande lago e o montado, com Música, Vinhos, Sangria e Petiscos Alentejanos que vão desde a clássica Tábua de Queijos e Carnes Curadas, ao Queijo de Cabra com Chutney de Cogumelos Terrius, passando pelo Gaspacho de Morangos, Ervas Aromáticas e Petingas Portuguesas, entre outras delícias tentadoras.
Deixámos a Herdade do Esporão já a noite ia longa e continuámos em modo de improviso... O vento que soprava não foi forte o suficiente para nos levar de volta a Sintra e deixámo-nos seduzir pelo céu estrelado da encantadora cidade de Évora.
Aceite a sugestão e este Verão fuja do convencional, namore e enamore-se pelos prazeres mais simples da vida. A convite do simpático Antonio Roquette, estreámos o Sunset Esporão. O conceito é simples, são fins de tarde com pôres-do-sol gloriosos sobre a vinha, o grande lago e o montado, com Música, Vinhos, Sangria e Petiscos Alentejanos que vão desde a clássica Tábua de Queijos e Carnes Curadas, ao Queijo de Cabra com Chutney de Cogumelos Terrius, passando pelo Gaspacho de Morangos, Ervas Aromáticas e Petingas Portuguesas, entre outras delícias tentadoras.
Deixámos a Herdade do Esporão já a noite ia longa e continuámos em modo de improviso... O vento que soprava não foi forte o suficiente para nos levar de volta a Sintra e deixámo-nos seduzir pelo céu estrelado da encantadora cidade de Évora.

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Herdade do Esporão
Reguengos de Monsaraz, Portugal
Reservas: +351 266 509 280 | reservas@esporao.com
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Para EXPERIMENTAR em Portugal | Squatting by Silver.Spoon, Antigo Museu da Rádio, Lisboa
Imagine-se
a "okupar" um antigo palacete devoluto no centro de Lisboa para uma
experiência gastronómica envolta em mistério. Nada sabe sobre a ementa,
os vinhos, nem quem partilhará consigo a mesa do jantar.
Imagine-se
a chegar à morada que lhe fora facultada poucas horas antes do evento e
ser recebido com uma caixa de luvas de látex, ser-lhe pedido que
retirasse apenas uma, que a usasse na mão com que iria comer e que
seguisse as velas espalhadas pelo chão do edifício sem electricidade.
Que sensações, emoções e sentimentos lhe causariam este cenário?
Estranheza, desconforto, expectativa, ansiedade, nervosismo, curiosidade, receio?
Foi
com um misto de todas estas sensações, emoções e sentimentos que
caminhámos por entre as velas que iluminavam o chão do Antigo Museu da
Rádio, Antiga Emissora Nacional, situada na Rua do Quelhas, na Lapa, em
Lisboa. Lá dentro, à direita, a sala dos welcome drinks; à
esquerda, uma sucessão de pequenos gabinetes intransitáveis por madeiras
e cabos amontoados, adormecidos e esquecidos das memórias de eventos
históricos que ali se viveram outrora e de toda a vida que já animou
aquele edifício. E os convivas, de luva de látex na mão, em fila
desorganizada no bar, esperando a sua vez por uma bebida, começavam a
ser servidos com o amuse bouche que iniciava esta experiência
"okupa": Salmão e Couve Flor embalados em pequenos sacos individuais
fechados, acompanhados por um dressing servido num tubo branco
selado e sem rótulo, que fazia lembrar um tubo de pasta de dentes. Os
olhares eram de espanto, de estranheza silenciosa por entre conversas de
ocasião... Em comum tinhamos todos estar muitíssimo longe das nossas
zonas de conforto.
Lá
fora, a noite caía devagar e nós dois olhávamos os relógios,
confessamente ansiosos por descobrir afinal se a experiência
gastronómica que nos esperava seria mais estranha que memorável...

Chegava o lusco-fusco quando acedemos à zona de jantar no primeiro piso.
Salas
contíguas com mesas, cadeiras, atoalhados imaculadamente brancos, copos
brilhantes e guardanapos de tecido para mais de meia centena de
convidados, contrastavam com as janelas de vidros partidos e paredes
escuras. Escolhida a sala e os lugares, "quebrámos o gelo" com o
primeiro casal que a nós ali se juntou e aguardámos pacientemente que a
mesa se enchesse e o serviço tivesse início.
Esta experiência foi composta por seis pratos com nomes inspirados no tema Squatting
(em português "Okupa"), todos com harmonização de vinhos portugueses
produzidos na zona de Lisboa e Vale do Tejo e escolhidos
pela equipa.
1. Urban Fishing for Snacks
2. Missing Payments
* Deste prato destaco a surpresa da utilização da Salicórnia, legume salgado e suculento que cresce nos
sapais dos estuários dos rios, que
pode ser consumido crú ou cozinhado e que complementava muitíssimo bem as Lulas grelhadas
3. Out of Gas
* Irreverente na sua composição, este prato combinava inesperadamente Framboesas com Carpaccio e Endívias
4. No Electricity
*
A utilização do Bacalhau Fresco marinado em Leite e complementado com
Sementes de Abóbora estaladiças fez deste um dos meus pratos preferidos
5. Broken
* Outro dos meus favoritos, este prato tinha como elemento principal Barriga de Porco (Entremeada) cozinhada em modo Slow Cook conjugado com Iogurte de Wasabi, Quinoa, Sementes de Canhâmo e Papoila
6. Stolen Sweets
*
Totalmente inesperado e com reminiscências dos anos 80, esta
sobremesa combinava Ananás Caramelizado com Especiarias e surpreendia pelo efeito Peta Zetas

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Este evento teve lugar num edifício fechado e abandonado, sem água, gás ou
electricidade, sendo que na cozinha e áreas de serviço improvisadas os
pratos foram concluídos recorrendo à ajuda de um gerador (que, para
aumentar ainda mais a realidade "okupa" da experiência, disparou várias
vezes, obrigando a que os chefs Silver.Spoon se adaptassem
temporária e repetidamente à penumbra) e nas salas de jantar a
iluminação foi feita exclusivamente por velas, fazendo-nos pensar sobre o nosso crescente património arquitectónico devoluto.
O
ambiente foi intimista, a companhia à mesa se tivesse sido escolhida de
antemão talvez não tivesse resultado tão bem (obrigada pela vossa
imensa simpatia, Teresa, Rui(s) e Luís), o serviço foi de excelência e a
experiência gastronómica excepcional!
Não perca o próximo evento Silver.Spoon e lembre-se... A magia acontece sempre fora da nossa zona de conforto!
Silver.Spoon | Guerilla Dining
Copenhaga, Dinamarca
Silver.Spoon | Guerilla Dining
Copenhaga, Dinamarca
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Onde COMER em Berlim | Bocca di Bacco, Alemanha
Na nossa última viagem a Berlim, escolhemos o restaurante italiano clássico Bocca Di Bacco para o jantar de comemoração de uma data especial. É o restaurante preferido do J. nesta cidade e encanta qualquer foodie!
Espaço elegante, atendimento de excelência e comida de comer e chorar
por mais, as escolhas desta nossa visita deixaram-nos de sorrisos nos
lábios e de paladar(es) maravilhado(s)!
- Amuse Bouche: Bresaola de Vitela com Salada e Pinhões Torrados
- Prato Principal: Medalhões de Vitela com Crosta de Cogumelos Porcini e Pistachio
- Sobremesa: Parfait de Biscoitos Cantuccini com molho de Vin Santo

Se a comida não for argumento suficiente para conhecer este restaurante numa próxima visita a Berlim, saiba que este espaço é a escolha de celebridades como George Clooney, Matt Damon, Robert Pattinson, Ashton Kutcher, Morgan Freeman, Tina Turner ou Sandra Bullock
quando visitam a cidade. Por isso, se e quando visitar o restaurante
olhe à sua volta, pode ser que os encontre na mesa do lado!
Bocca di Baco
Friedrichstraße 167, 10117 Berlin, Alemanha
Reservas: +49 30 20672828
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VIAJAR em Portugal | Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros
Uma
sugestão do J. que conjugava lazer e trabalho levou-nos a Alvados, no concelho de Porto de Mós, ao hotel Cooking and Nature, a cerca de uma hora de Lisboa e em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros.
Assim que chegámos fiquei rendida ao espaço e ao conceito de design: fresco, natural (no estilo e nos materiais utilizados), criativo, disruptivo e com imensas alusões à nossa essência cultural.
No
interior, poltronas e sofás forrados a Chita, frases de autores
portugueses estampadas em móveis, estantes com livros para miúdos e
graúdos, um honesty bar com lareira a fazer lembrar a sala
de estar de casa... Os quartos primam pela singularidade dos temas,
cada um deles uma surpresa pela decoração, materiais, texturas, cores e
todos emoldurados por uma vista azul céu e verde abundante da serra. E a
cozinha (aiiii aquela cozinha!) inspiradora pela luz natural, pelas
bancadas generosas e pelas pessoas sorridentes (staff e hóspedes).
No
exterior, como nos explicou o proprietário Rui Anastácio, a construção
do edifício foi feita de forma a respeitar as árvores centenárias
existentes no terreno e elas ali repousam, serenas e portentosas,
protegendo do sol quem descansa no alpendre do hotel que dá acesso à
piscina com vista para a serra. E o tempo corre devagar, fazendo-nos
esquecer o tic-tac do relógio e a azáfama da capital, ali tão perto e
cada vez mais longe.
Se de dia o hotel é surpreendente,
com o cair da noite torna-se mágico, pois tomamos o espaço nosso,
sentindo-o cada vez mais como uma casa fora de casa. À hora marcada e
com uma ementa previamente escolhida por nós, entra-se na cozinha e ali
se recebem sorrisos, aventais, receitas e ingredientes locais da melhor
qualidade. Mas desengane-se quem pensar que ali vai trabalhar para
comer. O hóspede usufrui apenas da melhor parte da experiência: cozinha
com assistência permanente de gente entendida e simpática as receitas do
chef Nuno Barros, desenhadas especificamente para o hotel (e
que, por cortesia do Cooking and Nature, pude partilhar convosco a receita da magnífica Mousse de Requeijão com Lima, Compota de Abóbora e Frutos Secos Caramelizados). Comida pronta, toma-se conta da mesa e das
cadeiras, come-se (e maravilhosamente!), bebe-se, ri-se, conversa-se e a
loiça fica para o simpático pessoal do hotel. E vai-se ficando, entre
dois dedos de prosa e mais um copo de vinho. Aquela cozinha é todo um
manancial de inspiração, boa disposição e energias criativas...
Fantástico espaço e conceito este! Ao nível do que de melhor se faz lá
fora, mas inovador, singular, irreverente e luxuosamente simples. E é
nosso, de corpo e alma lusa!
VISITE! Perca-se por lá
num fim de semana, numas mini-ou-grandes-férias, coma, beba, descanse,
mime-se, caminhe pela natureza e seja feliz! E, lembre-se, nos sítios
mágicos tudo de bom é possível acontecer...
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Onde FICAR:
Cooking and Nature | Emotional Hotel
Rua Asseguia das Lages 181, 2480 Alvados, Portugal
Reservas: +351 244 447 000



